MANIFESTAÇÕES DA IMIGRAÇÃO NO PARANÁ

IMIGRAÇÃO HOLANDESA

Júlia Pietrobeli, – 9ºano – Julho de 2020. 


 

IMIGRAÇÃO ALEMÃ

Gustavo Caetano – 9ºano – Julho de 2020. 


 

Gabrielly – 9ºano – Julho de 2020.


 

Elise – 9ºano – Julho de 2020.


IMIGRAÇÃO JAPONESA

Eduardo – 9ºano – Julho de 2020.


IMIGRAÇÃO UCRANIANA

Ana Karoline – 9ºano – Julho de 2020.


Anna Clara – 9ºano – Julho de 2020.


Amanda Stadler – 9ºano – Julho de 2020.


Poemas:

IMIGRANTES OU REFUGIADOS?

Quem Me dera ser
Poder escolher onde viver
Viver naquela terra
Que não me deixam viver
Sem sofrer

Ontem, hoje ou amanhã
Sempre fugiremos
Daqueles que dizem
Não te queremos

Existem tantos iguais a mim,
Aqui nesse país
Somos sírios, congoleses, angolanos
Colombianos, venezuelanos

Vocês podem até me confundir,
Com aquele que pode escolher
Mas quem me dera
Poder escolher onde viver

Ass: Refugiado

Daniella Turek, 17 anos, 3ºB Ensino Médio – 27/08/2020.

 


 

IMIGRAÇÃO

Às vezes escolha, às vezes necessidade
Bem aceita por uns, abominada por outros
Benefícios e malefícios?
Depende da sua percepção
Traz guerra, traz o ódio

Não sei lhe dizer bem ao certo o que ela traz
Depende da forma de olhar
Depende da compressão
Sem julgamento
Sem condenação
Apenas o conhecimento do assunto
Mostrará a solução

Aceitação? Você decidirá
Respeito: é o mínimo
Empatia não se ensina, se pratica
Humanos todos somos
Um olhar amplo, sempre faz a diferença
Por isso, entenda e compreenda

Juliana Voinaroski, 17 anos – 3º B Ensino Médio – 27/08/2020.

 


 

MAIS POR FORA QUE QUARTO DE EMPREGADA

É de se perguntar se no céu tem pão?
Visto que em um país pobre como o meu
só nos resta essa ilusão
Se afundar nesta nostálgica ambição

Aqui ninguém decide se vive
Apenas se esconde e sobrevive
Como imposição
A religião é quem decide

É de se ansiar
Que quando a morte chegar
O sofrimento irá acabar
E haverá pão naquele lugar

Sigo a fora
Mais rápido que tombo de anão
Mais pobre que rato de igreja
Mais inútil que buzina de avião

Que nem isso tenho para pagar um tostão
Sou estrangeiro em terra de “anti mulambão”
Aqueles que levam da bala até o canhão
Por pura injustidão

Será que aqui serei livre para viver?
Livre para escolher?
O meu jeitão livre de poder ser!
Ou também terei de me esconder?

Que de terra nova
Vem tribulação
Vem racismo
Vem discriminação

Sem ter o meu próprio chão
Estas são as desavenças de um mero viajante
Que segue um caminho, sem muita opção.

Lorena Costa De Almeida, 2°B Ensino Médio – 27/08/2020.


 

ANDAR PARA LÁ E PARA CÁ

Não há lugar tão lindo
no qual eu morei.
Não há natureza exuberante
onde me habitei.
Não há pessoas conhecidas
por onde viajei.

Por onde andei, encontrei
pessoas diferentes a cada momento.
umas escuras que se igualam
a cor da meia-noite, brilhando com o reflexo da luz do luar,
as outras, cores claras que se assemelham a cor do meio-dia, reluzindo a luz solar.

Pessoas cabeludas outras calvas, pobres e ricos,
trabalhadores e desempregados, mendigos e plutocratas,
honestos e desonestos, enfim, a diversidade é imensa por onde andei e irei andar.

Por mais que alguns dizem por aí que somos iguais…
Somos iguais como seres, mas
Diferentes como humanos

Nathan Rodrigues, 15 anos, 2ºB Ensino Médio – 27/08/2020.

 


 

MIGRAÇÕES

Migração temporária ou permanente
Traz estampada no rosto a dor e o sofrimento
Insegurança e felicidade
Insegurança por não saber se vai dar certo
Dor por deixar seus parentes para trás
Felicidade em pensar na sua nova vida
Na bagagem o Migrante traz lembrança
Fome e Esperança
Migram para diversos lugares em busca de melhor qualidade de vida
De emprego e salário
De cultura e irmandade
Migram de forma forçada ou livre
Pra fugir de Guerra ou viver melhor
Junto a eles trazem um legado
Não seja ingrato
Mas sim grato.

Geisiely Gonçalves da Rosa, 16 anos, 2ºano Ensino Médio – 27/08/2020.

 


 

Era tempo conturbado
Eu estava perdido para todo lado
Sem rumo e uma solução
Logo virei a contra mão

A fronteira estava lotada, parecia uma churrascada
Quente e cheia de gente, semelhante ao coração
que abriga sem ilusão
Com orgulho e respeito sempre fui bem aceito
Com muita paz e dedicação fiz daqui meu mundão.

Vim com medo e receio, por que aqui sou diferente
Mas com toda essa gente, você se torna indiferente
Por tanta miscigenação, faz vivermos em união
Pela justiça e respeito, À todo aquele que quer viver direito.

Gabrielle Camargo, 3º B Ensino Médio – 27/08/2020.

 


Produções:

João Victor Caetano, 3°ano Ensino Médio – 08/2020.

 


Erick Conrado, 3ºB Ensino Médio – 26/08/2020.

 


Elaine Cherevate, 3ºB – 08/2020.

 


Jhenyffer Oliveira, 16 anos, 2ºB Ensino Médio – 08/2020.

 


Ana Luiza Rogenski, 17 anos, 3º ano Ensino Médio – 27/08/2020.

 


Nicolly da Luz, 17 anos, 3ºB Ensino Médio – 26/08/2020.

 


Luiz Henrique A. Sobrinho, 17 anos, 3ºA – 27/08/2020.

 


Bruna Leal, 16 anos, 2ºA – 27/08/2020.